Apple proíbe mineração de criptomoedas na App Store

O comunicado foi realizado durante a Worldwide Developers’ Conference (WWDC), evento da empresa para desenvolvedores realizado na última semana

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A Apple atualizou as diretrizes de sua loja de aplicativo, enfatizando que não vai permitir que programas na loja possam minerar criptomoedas em segundo plano. A medida visa evitar que alguns softwares possam usar a capacidade de processamento para executar um cálculo complexo, ação chamada de minerar criptomoedas, ou esconder nas entrelinhas dos termos e condições de uso.

Com a atualização, agora aparece explicitamente o aviso: aplicativos “não podem executar processos em segundo plano não relacionados à função, como mineração de criptomoeda” no espaço de Compatibilidade de Hardware.

A opção de adicionar a mineração em segundo plano é uma iniciativa de alguns desenvolvedores como um novo modelo de negócio para aplicativos. A polêmica iniciou quando o aplicativo para Mac Calendar 2 soltou um update na Store em que adicionava um minerador chamado Monero. A intenção era que os desenvolvedores também avisassem de forma explícita a mudança, inclusive com um novo termo de concordância. Entretanto, isso não ocorreu.

Então, o aplicativo de calendário comum passou a derrubar o desempenho de alguns aparelhos. De acordo com a desenvolvedora isso acontecia por um problema do programa que deveria consumir entre 10% a 20% do processamento do computador. Mas, o uso estava acima.

A Apple baniu o aplicativo da plataforma até que ele retirasse o minerador.

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Fonte: Canal Tech. Foto: Divulgação.