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Amazon quer vender espaço livre em seus aviões cargueiros

Varejista opera com sua frota nos Estados Unidos e na Europa

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Com uma frota de cerca de 100 aviões nos Estados Unidos e na Europa, a Amazon deseja vender espaço livre em suas aeronaves cargueiras. Para tanto, a varejista de e-commerce contratou recentemente executivos com experiência em marketing de espaço de carga para companhias aéreas. 

A iniciativa faz parte dos esforços da companhia para se ajustar à desaceleração no crescimento online depois de uma rápida expansão devido à pandemia de covid-19. A empresa criada por Jeff Bezos inaugurou o serviço de carga aérea em 2016: o Amazon Air. Desde então vem operando em aeroportos regionais menores perto de seus armazéns nos Estados Unidos.

Entretanto, a demanda por carga aérea esfriou este ano. A expectativa para 2023 é de nova queda. Segundo o grupo comercial de companhias aéreas  IATA, o setor gerará vendas de US$ 149,4 bilhões, cerca de US$ 52 bilhões a menos que em 2022.

Mesmo com o cenário de desaceleração, a Amazon comunicou em outubro que adicionaria 10 cargueiros Airbus A330-300 a partir do próximo ano por meio de uma parceria com a Hawaiian Airlines. Além disso, a empresa planeja cortar sua frota ao não renovar alguns arrendamentos de aeronaves com o Grupo de Serviços de Transporte Aéreo.

Fonte: Exame. Foto: Ted S. Warren / AP.