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Barcos podem se tornar primeiros veículos autônomos no mercado

Barcos autônomos podem cortar custos de transporte e diminuir chances de acidentes

Barcos podem se tornar primeiros veículos autônomos no mercado Barcos podem se tornar primeiros veículos autônomos no mercado

O meios de transporte terrestres são ps ai utilizados por pessoas, e por isso é considerado natural que o foco da sustentabilidade se dê em carros, por exemplo. Porém, estudos recentes apontam que os veículos náuticos vem ganhando atenção, e podem ser mais econômicos e seguros para se tornarem autônomos. Iniciativas estão sendo desenvolvidas por startups, grandes companhias ou por pesquisadores.

De acordo com o MIT, cidades ricas em canais, como Amsterdã, na Holanda, ou Veneza, na Itália, são as óbvias beneficiárias de um transporte de passageiros autônomos por água. Porém, o transporte de cargas também teria vantagens.

Dados das Nações Unidas apontam que 90% de todo o comércio global é feito usando transporte aquático. Cerca de 325 empresas que realizam transporte de carga por “mares profundos” geram cerca de US$ 10 bilhões em receita. É um mercado que gira grandes quantias e que pode trazer lucro a quem desenvolver soluções inteligentes.

A japonesa Toyota anunciou recentemente um investimento de US$ 10 milhões na Sea Machine Robotics por meio de seu braço de ventures, a Toyota AI Ventures.

Fundada em 2014, a Sea Machine quer usar tecnologia para a criação de um barco que seja capaz de navegar sozinho — ou, ao menos, usar sensores e inteligência artificial para diminuir as chances da ocorrência de acidentes.

Entre os produtos já disponíveis estão kits para navegação com comando autônomo. Mas o produto mais ambicioso da companhia ainda está em desenvolvimento. O SM400, voltado para grandes navios de transporte de carga, pretende usar princípios de inteligência artificial para que os veículos possam analisar o ambiente, identificar outros navios, obstáculos e deduzir a melhor rota a ser realizada.

Do outro lado do mundo, de uma parceria entre o MIT, o Instituto de Soluções Metropolitanas Avançadas de Amsterdã (AMS Institute) e universidades holandesas surgiu o Roboat.

A ideia é desenvolver barcos autônomos que possam navegar pelos canais da capital holandesa. Os primeiros testes já foram realizados. Com sensores a laser, GPS e câmeras, o veículo autônomo é capaz de deduzir o melhor trajeto entre pontos pré-programados.

Outro nome de peso que investe em pesquisas nessa área é a inglesa Rolls-Royce. A companhia inaugurou, no início deste ano, um centro de pesquisa para tecnologia de barcos autônomos na Finlândia.

Com base em Buffalo, no estado de Nova York, a Buffalo Automation é mais uma representante das startups nessa corrida. A companhia já levantou US$ 967 mil em investimentos para a criação de barcos autônomos.

São muitas as empresas apostando que os barcos autônomos podem ganhar essa corrida tecnológica e avançar para os mares.

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Fonte: Revista Época Negócios. Foto: Divulgação.