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BC chinês afrouxará supervisão de fintechs

País deve promover o desenvolvimento sólido de empresas de plataforma online

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Buscando fortalecer a economia do país, o banco central da China aumentará o apoio a empresas privadas, ao mesmo tempo em que diminuirá a pressão sobre empresas de tecnologia. A novidade foi revelada pelo chefe do Partido Comunista para o Banco do Povo da China, Guo Shuqing, segundo a mídia estatal.

Neste ano, a política monetária chinesa se concentrará na expansão da demanda, especialmente no consumo pessoal. Os líderes chineses prometeram ampliaro apoio à segunda maior economia do mundo, que foi duramente atingida por medidas de isolamento social contra Covid-19 no ano passado, bem como pela desaceleração da demanda global. Depois que o isolamento foi revertido em dezembro, o país agora está enfrentando uma onda de infecções.

De acordo com Guo, a política financeira deve ser coordenada com medidas fiscais e sociais para aumentar a renda dos grupos de baixa e média rendas, bem como dos grupos atingidos pela Covid-19. “A política monetária prudente será precisa e vigorosa. Isso requer foco na expansão da demanda efetiva e no aprofundamento das reformas estruturais do lado da oferta”, disse.

A China também promoverá o desenvolvimento sólido de empresas de plataforma online, disse Guo. O chefe acrescentou, ainda, que a retificação de negócios financeiros de 14 empresas de plataforma foi “basicamente concluída”, enquanto algumas questões restantes precisam ser resolvidas. Entretanto, o Guo não nomeou as empresas.

Desde o final de 2020, Pequim intensificou o controle das gigantescas fintechs do país, exigindo que elas voltassem ao básico após anos de crescimento vertiginoso. As autoridades adotarão “regulamentação normalizada” posteriormente e incentivarão as empresas de plataforma a operar de maneira compatível.

Fonte: Reuters. Foto: Divulgação.