Home » Blog » Rede Mulher Empreendedora completa 13 anos

Rede Mulher Empreendedora completa 13 anos

A RME celebra repasse de mais de R$ 4,5 milhões realizado para as mulheres no ano passado

Rede Mulher Empreendedora completa 13 anos Rede Mulher Empreendedora completa 13 anos

Nesta quarta-feira, dia 18, a Rede Mulher Empreendedora (RME), fundada por Ana Fontes, completa 13 anos de atuação. A RME oferece capacitações, eventos, acelerações, mentorias, conteúdos e benefícios a mais de 300 mil empreendedoras em todo o país.

Além do aniversário, a RME celebra ainda o repasse de mais de R$ 4,5 milhões para mulheres empreendedoras e Organizações da Sociedade Civil (OSCs), em 2022. E os números da RME não param por aí, pois 1 milhão de pessoas foram impactadas direta ou indiretamente, mais de 1, 4 milhão de mulheres estiveram conectadas e mais de R$ 500 mil foram pagos a especialistas, que colaboraram nos cursos e palestras.

“Como fundadora e presidente de uma rede de apoio ao empreendedorismo feminino, que conecta milhões de mulheres em todo o Brasil, um dos meus principais objetivos é criar mecanismos que gerem renda e oportunidade profissional para as mulheres. E isso tem se dado através, principalmente, da educação e capacitação dessas empreendedoras”, explica a fundadora da Rede Mulher Empreendedora.

Eventos – Em 2022 houve a retomada dos eventos presenciais promovidos pela RME, como o Café com Empreendedoras, a Mansão das Empreendedoras, Rodadas de Negócios e o Fórum RME. E a Rede Mulher Empreendedora também lançou seu novo site e uma plataforma de cursos online.

O ano passado trouxe, ainda, a conquista de novos parceiros para a RME, que geraram novos recursos e capacitações, como o Plantão de Mentoria com a STONE, Decola Garota com a Amazon.com.br, Projeto Ultra com grupo Ultra e Seu Pitch Vale um Pix com Banco Cora.

E a própria Ana contou sobre esses e outros muitos projetos e entregas da RME em painel sobre igualdade de gênero no Pacto Global da ONU, em Nova York. Ana falou sobre a importância da geração de renda para mulheres, do trabalho com a RME e Instituto RME. “Além disso, falei da importância da representatividade e da participação feminina nos ambientes de poder, como membro do conselho do Elas Lideram grupo de trabalho do programa Ambição 2030”, conta a fundadora e CEO da RME.

A CEO também esteve em Genebra, na Suíça, na sede da ONU, para participar do Fórum de Negócios e Direitos Humanos. Em seu painel sobre geração de renda para mulheres falou especialmente para mulheres negras – que são mais de dois terços das pessoas impactadas pelos programas da RME.

Histórico RME – A história começa a partir das dificuldades enfrentadas por Ana Fontes na criação do seu negócio, incomodada com a falta de espaço para mulheres, ela dá início a este movimento – a Rede Mulher Empreendedora. Mais de uma década depois, a RME conta com quase 11 milhões de participantes. E, ao longo do tempo, através de programas como o Ela Segura, RME Digitaliza e Potência Feminina, gerou mais de R$37 milhões em renda.

Para Ana,  esses 13 anos de jornada empreendedora com a Rede impactando a vida de milhões de mulheres por todo Brasil representam um respiro no cenário que vivemos, tanto econômico como o social. “Não podemos esquecer que parte da renda de uma mulher é investida na educação dos filhos, no bem-estar da família e no auxílio à comunidade onde vivem. Isso cria, automaticamente, um ciclo positivo de prosperidade local. Além disso, é bom ressaltar que negócios gerenciados por mulheres acabam empregando outras mulheres, diminuindo assim o desemprego feminino”. 

A Rede Mulher Empreendedora conta com o apoio de embaixadoras voluntárias que ajudam a alcançar cada dia mais mulheres. “Em 2017, fundamos o Instituto RME, braço social da RME para apoiar mulheres em vulnerabilidade social”, conta Ana. Desde então, dezenas de projetos foram executados com resultados positivos.

“Ser uma instituição social não é tarefa fácil no Brasil, mas ajudar mulheres é uma causa que nos move diariamente. A geração de renda para mulheres significa não só liberdade financeira, significa também liberdade de decisão, inclusive para sair de situações de violência”, finaliza a CEO.

Foto: Divulgação/ RME.